terça-feira, 27 de maio de 2008

Diary of The Dead

Diary of The Dead
Diário dos Mortos

(2008)

É novo e é do Romero x)

Quando um grupo de estudantes de cinema a fazer um filme de terror no meio da floresta descobre que os mortos voltaram à vida, viram as suas câmaras para o verdadeiro horror que subitamente se encontra à sua frente, criando um diário na primeira pessoa dos seus sangrentos encontros e da desintegração de tudo o que lhes é mais querido.

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Tamanho: 272Mb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

domingo, 11 de maio de 2008

Evil Dead 3: Army of Darkness

Evil Dead 3: Army of Darkness
Uma Noite Alucinante: O Exército das Trevas
(1992)

O filme começa exatamente onde o último terminou. Ash é transportado para a Idade Média e é capturado pelos cavaleiros da região e é condenado à morte. A Idade Média mostrada no filme sofre ataques de demônios e mortos-vivos. Ash terá que enfrentar o Mal que o acompanha desde o primeiro filme da trilogia.

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Tamanho: 299Mb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

domingo, 4 de maio de 2008

Shaun Of The Dead

Shaun Of The Dead
Todo Mundo Quase Morto

(2004)

É comédia sim, mas é muiito bom.

Sátira inspirada nos famosos filmes de zumbi, esta produção chegou a ter seu lançamento adiado devido à semelhanças com Madrugada dos Mortos. Neste último os zumbis foram tratados com "seriedade", mas aqui, é a comédia anárquica que pontua os momentos, com situações bizarras e brincadeiras com todos os clichês do gênero. Shaun Pegg é um solitário desprezado por todos. Ele não tem namorada, amigos e os colegas de trabalho não o levam a sério. Quando parecia que nada poderia piorar, ele se vê numa situação inusitada: liderando um grupo de sobreviventes para escapar de uma ataque de uma legião de zumbis comedores de carne humana. Em meio a hilárias confusões, Shaun poderá até mesmo encontrar seu grande amor.

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Tamanho: 322Mb
Áudio: Inglês
Legenda: Português

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Friday The 13th

Friday The 13th
Sexta Feira 13
(1980)


O primeiro da série e por sinal o Jason não aparece neste filme :pp

Depois de muito tempo fechado, alguns monitores vêm passar uns dias no local que por muitos ficou conhecido como o "Acampamento Sangrento". Ignorando os avisos, eles preferem se divertir e passar o final de semana cantando e fazendo amor. Mas não esperavam que alguém fosse brincar de "Mate o Monitor". Assim, um por um eles vão morrendo sem que os outros descubram.

Curiosidades:

- A produção de Sexta-Feira 13 - Parte 1 custou $500,000.
- Até hoje, Sexta-Feira 13 - Parte 1 é banido na Finlândia.
- Devido à baixa temperatura do lago, a cena final com o garoto Jason teve que ser filmada três vezes, em setembro, outubro e novembro. Em novembro, a água estava tão fria que a atriz Adrienne King pegou uma forte gripe e ficou duas semanas de cama.
- A atriz Betsy Palmer foi escolhida para interpretar a mãe de Jason porque era a única que tinha transporte próprio para o estúdio.
- Este foi o primeiro filme estrelado por Kevin Bacon. Antes ele havia feito uma ponta no filme "Animal House" em 1978.
- Camp NoBeBoSo em Nova Jersey foi o local escolhido para as filmagens.
- Sean Cunningham, que dirigiu esse filme, trabalhou com Wes Craven em "Last House On The Left" e "A Hora do Pesadelo".
- Sexta-Feira 13 - Parte 1 estreou na sexta-feira, 13 de junho de 1980, junto com o filme O Iluminado.
- As filmagens duraram dois meses, de setembro à outubro de 1979.



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sábado, 26 de abril de 2008

Re-Animator

Re-Animator
(1985)

Herbert West (Combs) é um cientista louco obssecado com a morte. Em suas pesquisas, ele descobre um elixir que é capaz de trazer a vida seres mortos ou até mesmo partes do corpo desmenbradas. Quando seu professor Dr. Hill (Gile) tenta roubar sua descoberta, uma sucessão de assassinatos tem inicio. A produção é vagabunda, de poucos recursos, mas os efeitos especiais repugnantes ainda impressionam apesar do filme já ter mais de quinze anos. Obrigatório para os fãs do gênero.

Jeffrey Combs e Barbara Crampton estrelaram juntos outra produção baseada em conto de Lovercraft: From Beyond (Do Além).

A versão lançada em DVD possui oito minutos a mais: na época do lançamento em cinema, os produtores foram obrigados a fazer mutilações nas piores partes, principalmente na cena em a jovem é obrigada a fazer sexo com a cabeça desmenbrada do Dr. Hill.

Em 1993 o produtor Brian Yuzna juntou-se novamente a Stuart Gordon e Jeffrey Combs para realizar a continuação The Bride of the Re-Animator (A Noiva do Re-Animator), mas o resultado ficou aquem do original e o filme foi lançado diretamente em video.



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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Videodrome — A Síndrome do Vídeo

Videodrome — A Síndrome do Vídeo
(1982)


Videodrome é o filme mais rebuscado, mais cáustico e excessivo de Cronenberg. O enredo rocambulesco e todas as implicações que o filme traz fazem de Videodrome a obra-prima de juventude de seu autor. James Woods é o diretor de um canal de filmes pornôs, a Civic TV, e dá de encontro com um tipo de filme em que o que se vê na tela (estupros, torturas, agressões) não é encenação, tudo realmente acontece (o que hoje é caracterizado como snuff movie, mas na época não tinha nome). Como que hipnotizado por essas imagens, Max Renn vai ao encontro de Nikki Brand, uma famosa apresentadora de rádio para saber mais sobre elas. Os dois acabam desenvolvendo uma relação de amor e de fascinação por esses vídeos, que vão acabar levando a personagem Nikki a desaparecer. Renn vai então à procura do Dr. Brian O'Blivion (oblivion significa esquecimento), um profeta da televisão que prega que a emissão de raios catódicos leva o homem a um estágio maior de evolução.

Temos um simples quadro dos elementos que se tornariam tão caros a Cronenberg: uma evolução que acaba se tornando em regressão (A Mosca, Rabid, Scanners), uma obsessão logo transformada em vício (Naked Lunch, Crash, M.Butterfly) a as mutações do corpo causadas pelos videodromos, que na verdade revelam ser apenas janelas mentais para emissões imperceptíveis que causam um tumor no cérebro cujo primeiro sintoma é causar alucinações em quem é atingido. Por trás da filosofia moralista que envolve a disseminação do videodromo — que é realmente a única coisa falha no filme —, podemos ver, entretanto, um lado negro da América que surgia: pastores televisivos, nova moralidade das ligas de pais contra a pornografia e os termos de baixo calão, etc.

Mas o que faz a grandeza de Cronenberg é que, pela única vez em sua obra, nos é dada a visão daquele que sofre com o vício. O filme é todo construído a partir do ponto de vista da alucinação, não do que acontece realmente. Daí vermos esguichos de gosma saindo da barriga de James Woods, um vídeo-cassete que é ora inserido ora retirado de uma vulva que nasce em sua barriga, uma fita de vídeo que se transforma em revólver, uma televisão que engole o espectador (como na foto acima). Não sabemos o que realmente acontece e o que é imaginação: tudo para o espectador é dado como se tudo que está na tela realmente estivesse acontecendo (e realmente está, do ponto de vista do personagem).

Videodrome é também uma das primeiras tentativas de dar conta dos efeitos da televisão e da nova cultura do vídeo. O Dr. O'Blivion, por exemplo, é uma pura existência midiática, uma vez que ele só tem vida nas fitas de vídeo que restaram de sua obra. A imagem na telinha é um jogo entre dois grupos extremistas, um que deseja remoralizar o mundo matando todos os depravados e outro que quer transformar a carne do homem em uma nova carne. O lema desse grupo é "Long live the new flesh/Viva a nova carne", e as campanhas de educação à nova carne e aos raios catódicos é realizada em um centro cívico de recuperação de mendigos e de emissões de raios catódicos. Nesse clima brutal de alienação pelo vídeo, a resposta de Cronenberg é a mais brutal já feita em seu cinema.

A última seqüência é uma conversa de Nikki, na televisão, já dada como morta, conversando com Max. Ela explica a ele todas as transformações pelas quais ele passou e fala que vai indicar qual é o próximo caminho. Depois de um breve contracampo para o rosto de Max, vemos a câmara se aproximando aos poucos da tevê, e Max vê a si próprio na telinha, com um revólver na mão, que ele eleva até a têmpora, para por fim atirar. Mais um contracampo mostra Max distanciado, com a mesma aproximação da câmara momentos antes. Tal qual na televisão, ele alça o olhar para frente, fixo no espectador, coloca o revólver na têmpora e repete a operação. Em tempos em que a ciência social começou a se aproximar da televisão como instauradora da realidade (Baudrillard, por exemplo), o cinema deu a sua contribuição mais espetacular e apocalíptica à questão, num claro artifício pavloviano de ação-reflexa. Se a primeira metade do século viu a reprodução em massa e a segunda metade viu a repetição em massa (como Godard já mostrou no curta O Novo Mundo), Videodrome aparece como um filme de exceção, que mostra o presente hiperbolizado para que nós possamos nos reconhecer melhor e para que possamos medir nossos atos mais sensivelmente.

Filme-delírio como poucos realizados até hoje, Videodrome é assustador como poucos, certamente o mais destruidor filme de Cronenberg, sobretudo porque o próprio tema exige grande parte dessa destruição. A desumanização é aterrorizante, as relações se dão todas pelo vídeo. O mundo daqui em diante será oblivion. Videodrome tem irmãos, como Dr. M, de Chabrol, ou Eles Vivem, de Carpenter (esses dois últimos de 89). Mas nenhum soube ser tão pessimista, tão certo de um no future assim. O indivíduo está jogado num vazio de alucinações e nem tem como voltar atrás. A única solução é se matar por um slogan. A cultura do vídeo é fundamentalista, e não há melhor saída para o fundamentalismo que a autofagia.

Ruy Gardnier



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sábado, 19 de abril de 2008

DellaMorte DellAmore

DellaMorte DellAmore
Pelo Amor e Pela Morte
(1994)

Itália/França/Alemanha

Francesco Dellamorte (Everett) é guarda do cemitério de uma pequena cidade algures, num momento indeterminado do tempo. Há um mistério naquele local que ninguém consegue explicar, mas que todos parecem aceitar com naturalidade: os mortos voltam à vida. São os ossos do ofício de Dellamorte, que se resigna a ter de tratar de filas de zombies que se dirigem à sua casa (no próprio cemitério) e levam um tiro no centro da cabeça.

O herói lamenta o seu destino, e julga-se amaldiçoado, a começar pelo seu nome que parece condicionar-lhe destino. Preferia chamar-se Francesco Dellamore. O seu ajudante (Lazaro) não é obeso por coincidência; é o seu Sancho Pança, companheiro numa cruzada em que os moinhos de vento são os mortos que se recusam a estar mortos.

«DellaMorte DellAmore» («Cemetery Man» para o mercado americano) baseia-se numa das mais famosas séries de banda desenhada italiana, Dylan Dog, "investigador de pesadelos". A série, da autoria de Tiziano Sclavi, é publicada há 10 anos consecutivos. Curiosamente, quando Sclavi foi perguntado como Dylan Dog deveria ser desenhado, ele respondeu "como Rupert Everett", o que limitou o casting para o filme. Felizmente Everett estava disponível e tem aqui uma grande performance enquanto actor. Há quem diga mesmo que é o único papel relevante na sua carreira.

A primeira secção do filme é uma pura comédia gore, fazendo lembrar «Evil Dead 2» (Everett até parece Bruce Campbell), mas a determinada altura a melancolia chega, com o surgimento de Anna Falchi, no papel de uma bela viúva. Que morre, mas volta... A actriz encarna duas outras personagens


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